
Clareza
Entender exatamente para onde está indo cada real da renda executiva, e como sua capacidade de decisão está sendo afetada.
Isso acontece com mais frequência do que qualquer relatório financeiro ou de RH consegue capturar: executivos que enfrentam desafios financeiros pessoais podem ter sua performance, resultados e times impactados negativamente.
Independente do salário ou bônus que recebem.

Isso não acontece por falta de conhecimento. Acontece por um mecanismo simples:
A renda mais alta nem sempre traz o conforto financeiro esperado.
O inimigo aqui não é o executivo, nem a falta de esforço dele, nem o salário dele, nem a empresa. É o modelo que ensina qualquer profissional a evoluir na carreira, mas não ensina o que fazer com o dinheiro adicional que essa evolução passa a gerar. O resultado é um exército de profissionais brilhantes no trabalho e presos num caos financeiro silencioso, que carregam esse peso para dentro da empresa todos os dias.
Um executivo sênior com salário de R$ 40 mil por mês custa à empresa cerca de R$ 730 mil ao ano. Se opera com 20% da capacidade comprometida por preocupações financeiras, isso representa aproximadamente R$ 146 mil ao ano em produtividade perdida — sem contar o efeito em cascata sobre seu time.
Sem contar o impacto negativo nos times liderados por esse executivo.
O primeiro aspecto do programa é que não discutimos sobre salário. O foco está em entender exatamente onde a capacidade executiva está sendo consumida por preocupações financeiras, e em qual das 4 trilhas (Clareza, Controle, Segurança ou Futuro) o executivo mais precisa de estrutura no momento. Cada participante foca apenas nas trilhas que fazem sentido para o seu momento atual - geralmente 1 ou 2 por programa.

Entender exatamente para onde está indo cada real da renda executiva, e como sua capacidade de decisão está sendo afetada.

Estruturar fluxo de caixa pessoal, priorização de dívidas e organização financeira compatível com a rotina de um executivo de alta renda.

Construir reserva de emergência real e blindagem patrimonial para que oscilações na renda ou na vida não virem uma crise.

Plano de investimentos e legado alinhado ao seu momento de carreira e de vida, sem envolver promessa de aumento salarial.
Um executivo pode continuar comparecendo ao trabalho, entregando tarefas e liderando reuniões, mesmo operando com uma fração da sua capacidade real de atenção, julgamento e criatividade. A empresa continua pagando o salário integral, mas recebe menos retorno e performance dele.
Antes de iniciar o programa individual, a empresa pode optar por um diagnóstico amplo e coletivo, anônimo e agregado, que ajuda a identificar áreas e perfis prioritários para participação no programa, sem expor em nenhum momento quais executivos que enfrentam dificuldades financeiras. Ninguém precisa admitir publicamente que precisa de ajuda para ser convidado a participar.
Depois disso, o programa acontece ao longo de aproximadamente 4 meses, em 8 fases individuais e confidenciais. Nenhuma informação discutida nas sessões é compartilhada com o RH ou a liderança da empresa, apenas indicadores agregados - para não expor problemas pessoais de nenhum executivo.
A pergunta que fica não é quanto custa um programa como esse.
É quanto custa continuar sem agir, com esse executivo operando abaixo de sua capacidade, e a equipe dele pagando o preço todos os dias.
Se sua empresa se identifica com esse perfil, agende uma conversa para entender melhor os impactos em seus times e nos resultados da empresa.
Quero agendar minha reunião de apresentaçãoUma estrutura de entregas concretas — para a empresa e para cada executivo participante.
Avaliação individual da situação financeira do executivo, usada para definir quais das 4 trilhas serão priorizadas.
Sessões 1:1, 100% confidenciais, sem compartilhamento de conteúdo com RH ou liderança.
Organização de fluxo de caixa, priorização de dívidas (se houver) e plano de construção de reserva e patrimônio.
Dados anônimos sobre adesão e evolução do grupo, sem informação individual identificável.
Por WhatsApp ou E-mail, para dúvidas e urgências durante o programa.
Pesquisa mais ampla de saúde financeira aplicada à empresa, com escopo definido junto ao RH. Relatório sempre agregado e anônimo, sem gerar expectativa de ajuste salarial.
Uma sessão bônus individual para cada executivo participante, 2 meses após o encerramento do seu programa, para acompanhar resultados, revisar planos e reforçar os novos hábitos construídos.
Orientações práticas para o executivo desenvolver conscientização financeira nos próprios filhos e familiares. Formato a definir (aula, e-book, etc).
Para executivas que também são Mães, existe o EconoMães Executive:

Para Executivas que também são Mães, casadas ou não, existe uma estrutura mais ampla, com 6 meses de duração, que inclui camadas extras de responsabilidade financeira e familiar. Uma versão ampliada do método, com a profundidade que a vida real exige.
Conhecer o EconoMãesFoco em executivas que também são Mães, casadas ou não, com estrutura adicional ao EconoExecutive, adaptada para 6 meses de acompanhamento pelo EconoMães Executive.
O detalhamento do que compõe cada programa e as condições para grupos corporativos são apresentados diretamente na reunião de apresentação com o RH, CFO ou CEO.

Cecília Setton não chegou ao tema de saúde financeira corporativa pela teoria. Chegou pela experiência e conhecimento: mais de 20 anos de carreira Executiva em empresas Nacionais e Multinacionais de diferentes portes, e há 10 anos atuando diretamente no Mercado Financeiro, com produtos de Crédito/Empréstimos e Investimentos. É Especialista em Investimentos certificada (certificação CEA/ANBIMA), e tem expertise em Educação Financeira e Finanças Pessoais.
Mas as suas credenciais não estão apenas na sua experiência profissional ou nos seus conhecimentos técnicos. Estão também na sua vivência real - na prática.
Após seu divórcio, há mais de 10 anos, Cecília precisou se tornar responsável sozinha por cuidar dos seus 3 filhos ainda pequenos, tomando decisões financeiras diárias sob pressão e lidando com a insegurança sobre o futuro deles, e também o seu. Ao longo desses 10 anos, viveu na prática o que significa sustentar uma família com bom padrão de vida e sentiu o peso do descontrole financeiro, até conseguir estruturar na própria vida os princípios que hoje formam a base do EconoExecutive e do EconoMães.
Foi nesse processo que ela entendeu, na pele, algo que poucos executivos percebem a tempo:
Hoje, seus 3 filhos estão crescidos, estudam em instituições de referência, com vivências internacionais, e já investem o próprio dinheiro para garantir seu futuro.
É essa combinação de Carreira Executiva real, Mercado Financeiro real e Transformação Financeira Pessoal real que sustenta a frase que orienta todo o programa:
Ganhar bem não garante tranquilidade financeira, e resolver essa equação exige método, não apenas mais dinheiro.
Não necessariamente, porque: a empresa não sabe qual o tamanho real do problema financeiro do executivo; um valor recebido de uma vez tende a ser rapidamente consumido, sem gerar mudança de comportamento; o dinheiro alivia o sintoma, mas o programa atua na causa do problema, conscientiza e transforma o comportamento.
O EconoExecutive existe para resolver um problema que quase nenhuma empresa está medindo: o custo invisível do estresse financeiro sobre a capacidade de decisão, foco, performance, resultados e liderança dos seus executivos, e o efeito em cascata que isso gera sobre os times que eles lideram.
Tudo isso acontece com confidencialidade total. O diagnóstico inicial pode ser coletivo e anônimo, sem expor quem precisa de apoio. As fases individuais envolvem sessões 1:1, sem qualquer conteúdo compartilhado com RH ou liderança. Nenhum executivo corre o risco de se expor profissionalmente por participar.
Para executivas que também são Mães, casadas ou não, o EconoMães Executive oferece uma estrutura mais ampla ao longo de 6 meses, considerando as camadas adicionais de responsabilidade financeira e familiar que as mães costumam carregar.
O primeiro passo é uma conversa. Na reunião de apresentação, é possível avaliar junto com o RH, CFO ou CEO qual formato faz mais sentido para o momento da sua empresa, quantos executivos participariam de uma primeira turma, e como o programa se encaixa no orçamento de desenvolvimento e bem-estar, considerando também as demandas da NR-1.
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